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Presidente do Sindaçúcar-AL ressalta importância do simpósio da Stab

Com mais de 40 palestras técnicas nas áreas comum, agrícola e industrial, além de um dia de campo, o presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, destacou a importância do XXXIII Simpósio da Agroindústria da Cana-de-açúcar de Alagoas.
Promovido pela Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil – Regional Leste (Stab Leste), o encontro será realizado no período de 27 a 29 de julho, no Centro de Convenções de Maceió, tendo como tema: “Comece a plantar agora a colheita do próximo ano”.
“O simpósio proporciona um momento de reflexão, análise e estudo sobre o setor sucroenergético em Alagoas que sempre foi uma referência regional e nacional na capacidade empresarial e de produção de açúcar, etanol e energia” frisou Nogueira, lembrando que a agroindústria da cana atravessa uma das maiores crises da história.
Apesar do cenário de crise, o presidente do Sindaçúcar-AL afirmou que a indústria começa a apresentar sinais de recuperação e de superação. “No ponto de vista climático, temos uma mudança positiva em comparação ao que vem ocorrendo até o momento. Já no ponto de vista econômico, há uma situação de melhora de preços desde meados da safra passada e no ponto de vista financeira estamos na fase conclusiva da operação de crédito que construímos há um ano em Alagoas para restabelecer o fluxo de caixa das empresas no Estado”, declarou.
Pedro Robério declarou que, entre os estados produtores de cana do Brasil, Alagoas foi o que sofreu os maiores reflexos. “Esta crise é o somatório da crise nacional do setor sucroenergético advinda de problemas externos a partir de 2008 com a crise internacional, mas que foi potencializada pela política errática aplicada pelo governo federal com a fixação dos preços dos combustíveis, em especial, a gasolina com o etanol sofrendo as consequências de um congelamento de preços, atingindo de forma expressiva a produção do biocombustível no Brasil”, declarou o presidente do Sindaçúcar-AL.
Segundo ele, além das dificuldades financeiras, a situação foi agravada por três safras consecutivas que sofreram problemas climáticos de grande monte. “Não tem registro na historia de uma sucessão climática tão nociva a produção de cana em Alagoas. Isso restringiu o ritmo do programa de desenvolvimento na reformulação dos parques industriais, mecanização agrícola, irrigação e produção de energia alternativa. Tudo foi interrompido por conta desta fadiga financeira”, finalizou Nogueira.

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